Wednesday, February 08, 2006

Povo: O Brasileiro do século

Irmã Dulce, Ayrton Senna, Chico Buarque. Estes são alguns dos grande nomes indicados em recente pesquisa da revista Isto É, para ocupar o título de Brasileiro do Século. Entretanto, será justo dar esse mérito apenas a uma pessoa? Não será todo o povo brasileiro, o grande merecedor da honraria? Prestem atenção!!

Em primeiro lugar devemos ver o povo como um grande religioso, não pela grande maioria praticar uma religião, mas por fazer milagres como comer, se vestir e pagar o aluguel com um salário mínimo. Outro fator, é como o povo sobrevive mesmo dependendo do transporte coletivo e INSS. Perguntem ao Chico Buarque se ele já precisou do SUS, que está falido, sem remédios e com os hospitais lotados. Ponto para o povo do Brasil.

Um segundo aspecto que faz da plebe brasileira a grande merecedora do prêmio é ser uma esportista nata. Não se trata de sermos os primeiros do mundo no futebol ou do Ayrton Senna ser do Brasil. Os esportes referidos precisam de muito mais audácia e paciência. É o caso das corridas da inflação, levantamento e carregamento de políticos desonestos e dribles no desemprego.

No último aspecto sobre o qual podemos ver nosso candidato ao título, é o artístico. O povo é um ator de primeira linha, melhor que Fernanda Montenegro pois a barriga dela não ronca de fome durante os espetáculos. O pobre é um artista da vida pois quando, por exemplo, chega o carnaval ele finge que existe justiça e igualdade social e brinca com os ricos, brindando a alegria e dinheiro deles.

Assim, o brasileiro do século não é um brasileiro e sim o povo brasileiro que é o esportista que corre da crise, o religioso que faz milagres com o salário mínimo e o artista que ri de sua desgraça.

Tuesday, February 07, 2006

A VACA NO PRECIPÍCIO (A Decisão)

Um filósofo e seu discípulo resolveram fazer uma pesquisa e saber como viviam as pessoas na sua região.
Chegando à primeira residência, foram recebidos pelos moradores: um casal, cinco filhos - todos com roupas limpas, porém rasgadas.
Depois de servir um cafezinho (tão fraco, que quase não conseguia sair do bule), dispôs-se a responder as perguntas do visitante.
- O senhor está no meio desta floresta, não há nenhum comércio nas redondezas. - observou o mestre ao pai de família - Como sobrevivem aqui? E o homem, calmamente, respondeu:
- Meu amigo, a situação é muito difícil. Mas, graças à Deus, temos aqui uma vaquinha que não nos deixa passar fome. Às vezes sobra um pouco de leite e, com essa parte, fazemos um pouco de queijo e vendemos na cidade vizinha. E assim vamos sobrevivendo.

O filósofo agradeceu pela informação, contemplou o lugar por m momento e foi embora. No meio do caminho, disse ao discípulo:
- Jogue a vaquinha deste pobre homem no precipício.
- Não posso fazer isso, é a única forma de sustento da família! - espantou-se o discípulo.
O filósofo permaneceu calado. Sem alternativa, o rapaz fez o que lhe mandara o mestre, e a vaquinha morreu na queda. A cena ficou gravada em sua memória.
Muitos anos depois, já um empresário bem-sucedido, o ex-discípulo resolveu voltar ao mesmo lugar, contar tudo a família, pedir perdão e ajudá-la financeiramente.

Chegando lá, para sua surpresa, encontrou o local transformado num belíssimo sítio, com árvores floridas, carro na garagem e rapazes e moças bem vestidos e felizes. Ficou desesperado, imaginando que a humilde família tivesse precisado vender o sítio para sobreviver.
Apertou o passo e foi recebido por um caseiro muito simpático.
- Para onde foi a família que vivia aqui há dez anos? - perguntou.
- Continuam donos do sítio - foi a resposta.

Espantado, ele entrou correndo na casa, e o senhor logo o reconheceu. Perguntou como estava o filósofo, mas o rapaz nem respondeu, pois se achava por demais ansioso para saber como o homem conseguira melhorar tanto o sítio e ficar tão bem de vida.

- Bem, nós tínhamos uma vaquinha, mas ela caiu no precipício e morreu - disse o senhor. - Então, para sustentar minha família, tive que plantar ervas e legumes. Como plantas demoravam a crescer, comecei a cortar madeira para vender. Ao fazer isso, tive que replantar as árvores e precisei comprar mudas. Ao comprar mudas, lembrei-me da roupa de meus filhos e pensei que talvez pudesse cultivar algodão. Passei um ano difícil, mas quando a colheita chegou, eu já estava exportando legumes, algodão e ervas aromáticas. Nunca havia me dado conta de todo o meu potencial aqui: ainda bem que aquela vaquinha morreu. Era um atraso em nossas vidas.

É necessário ver como está a sua vaquinha. Não lastime se ela cair no precipício. A vaquinha pode estar representada por um emprego, um relacionamento ou uma sociedade. Erga a cabeça e lute. Você vai vencer.

Por
M. Basile

Monday, February 06, 2006

Criatividade como ferramenta de vendas

Criatividade em vendas sempre foi um sinônimo de jogo de cintura, sensibilidade às necessidades do cliente e percepção de oportunidades. Como desenvolvê-la? Vejamos:

* O que realmente a empresa espera de você
Você pode ou não modificar um produto em função de uma necessidade?
Quais são as regras e os valores da empresa?
* Fuja da rotina mental
Se lidamos com problemas antigos, fica mais difícil termos idéias novas. Pense diferente. Não repita velhas soluções. A criatividade não surgirá expontaneamente.
* Anote suas idéias
O processo criativo precisa ser estimulado. Portanto, anotando nossas idéias, estamos memorizando-as.
* Use o mundo como fonte de inspiração
Traga idéias de outras realidades.
* Desafie o estabelecido
Seja sempre um questionador.

Empreendedorismo

Na última década, o Empreendedorismo tornou-se o melhor meio para gerar novos empregos em sociedades que se encontram submetidas a duros ajustes estruturais.
Porém, para que essa prática continue crescendo, o Brasil moderno precisa passar por diversas tranformações: o desenvolvimento do espírito empreendedor é uma delas. E não nos esqueçamos que o surgimento de novos empreendedores é a esperança de um futuro de crescimento a longo prazo para o nosso país.

Planejamento Estratégico: De Olho no Futuro

As vezes, como bons executivos que somos, demonstramos eficiência nos negócios mas alguma dificuldade em planejarmos nossa própria vida, incluíndo também a parte profissional.
No Brasil, o imediatismo é algo que está ainda muito presente na sociedade. Assim, quando nos esforçamos para planejarmos estrategicamente nossas vidas, pensamos a curtíssimo prazo.
É preciso desenvolvermos uma visão mais integrada e de longo prazo.
Planejarmos nossa trajetória profissional depende também de compararmos algumas trajetórias de sucesso, enriquecendo assim futuras análises pessoais com base em bons exemplos, priorizando assim suas escolhas.